Como será que um rapaz do século XXI se torna homem? Alguns percursos parecem mais definidos do que outros.

Petra parece uma alucinação, uma miragem no deserto jordano. Encaixada entre escarpados e acessível através de um caminho estreito e sinuoso, deslumbra o visitante com as suas infinitas tonalidades, desde o rosa-pálido ao vermelho-sangue. E, claro, os seus fantásticos edifícios talhados no arenito são a jóia da coroa.

Armazenamos a informação no cérebro, mas há muitas maneiras de a gerir. O caso do autodidacta indiano Srinivasa Ramanujan continua a intrigar-nos.

Moçárabe e governador, D. Sesnando defendeu Coimbra medieval com uma linha de castelos.  A história da reconquista cristã e da fundação da nacionalidade foi aqui escrita na pedra.

Barack Obama acrescentou mais de 2,2 milhões de quilómetros quadrados de oceano à rede de áreas marinhas protegidas dos EUA. Mas ainda há muito por fazer.

Ao longo dos seus dois mandatos, o presidente norte-americano Barack Obama protegeu mais áreas marinhas que qualquer outro presidente dos Estados Unidos, mas a luta pela preservação destes santuários está apenas a começar.

O Grand Tour - No século XVIII, um percurso pela Europa – com Itália como destino prioritário – constituía uma viagem essencial ao coração da história através do património cultural e artístico.

Em 2012, Wolfgang Pohl, o último sobrevivente da tripulação do U-581 que se afundara nos Açores em Fevereiro de 1942, concedeu uma entrevista a Manuel Paulino Costa. De visita aos Açores, onde vinha com frequência para homenagear os camaradas e visitar as suas «ilhas históricas», Pohl falou com franqueza dos dias fatídicos da guerra e lembrou o homem – inimigo – que lhe salvou a vida. A entrevista foi emitida na Rádio Madruga no dia 28 de Setembro de 2012 e constitui, provavelmente, o derradeiro testemunho do último homem que navegara no submarino alemão. Pohl faleceu em 2016. Transcrevemos aqui a entrevista, com a devida vénia a Manuel Paulino Costa.

Há  exactamente 75 anos, um submarino alemão foi afundado a sul da ilha do Pico, apesar de se encontrar em águas portuguesas neutrais. O destroço foi agora localizado a mais de oitocentos metros de profundidade.

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