Enigmático, desejado e abundante. O cavalo-marinho é o ícone da ria Formosa, mas o seu futuro continua em aberto.

Entendemos os homens e as mulheres do passado porque nos aproximam as mesmas emoções, paixões e desejos. Muitos actos da antiguidade são-nos familiares porque reflectem  a complexidade humana : os esforços para atingir a beleza, a necessidade de símbolos de estatuto social, as relações de poder e o peso da família. Como é dito no livro de Eclesiastes, escrito há mais de dois mil anos, "não existe nada de novo sob o Sol."

Liberta do binário “rapaz ou rapariga”, a identidade de género é uma questão dinâmica. Poderá a ciência ajudar-nos a navegar nestas águas ainda por explorar?

No interior de uma cordilheira do Usbequistão, espeleólogos aventuram-se num labirinto que talvez corresponda ao Evereste do mundo subterrâneo.

O século XX foi o século do petróleo, suporte da transformação da humanidade no fim do milénio. Mas o petróleo tem o fim anunciado. Abundante em Portugal, será o lítio o “petróleo” do futuro no nosso país? 

A partir de Tomar, recuperamos a pista dos templários em Portugal. Não existe outra região onde as lendas templárias tenham deixado um manto tão visível de mistério e magia.

Uma bióloga portuguesa trabalha há quase duas décadas com uma das espécies mais emblemáticas da África Austral. O tecelão-sociável tem uma história de cooperação num ambiente de recursos limitados. Temos algo a aprender com ele?

Tecnicamente, é uma tecnologia antiga. Agora, porém, o princípio de Arquimedes com dois mil anos foi aplicado a uma escala gigantesca. 

De uma mina extraem-se recursos fundamentais para a actividade industrial. Um dia, porém, a mina é encerrada. E, para trás, fica uma pesada herança na água.

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