Às portas da capital, escondido pelas águas do Atlântico, um grande canyon submarino funciona como estação de serviço para muitos animais pelágicos. Os tubarões-azuis não ficam indiferentes ao buffet oceânico entre a foz do Tejo e o cabo Espichel.

Nada se compara ao sítio onde nascemos. Na vida e na fotografia, como sucedeu nesta série de 93 dias de Primavera no meu estado natal do Minnesota.

Cerca de 50 mil pessoas acorrem anualmente ao Parque Nacional de Denali, no Alasca, com a esperança de avistar os lobos-cinzentos no seu habitat. 

Pepe Brix, acompanhou a odisseia da pesca do atum nas águas dos Açores, traçando o perfil da luta constante entre o homem e os grandes cardumes de uma espécie fundamental para a indústria da pesca.

Neste vulnerável arquipélago do Índico, a vida selvagem aproveita novo fôlego. 

O coração da Amazónia é composto pelos vastos rios e florestas que albergam milhares de espécies de plantas e animais. 

É muito mais do que um simples parque. É o lugar onde, há mais de 140 anos, os seres humanos começaram a negociar um tratado de paz com a natureza selvagem. Essas negociações ainda decorrem, com urgência crescente, em Yellowstone e em todo o planeta, à medida que o mundo humano se expande e o mundo natural regride. Conseguiremos chegar a um acordo?

Quando nos aproximamos da natureza, seja uma região bravia e intacta ou uma árvore no quintal, fazemos um favor aos nossos cérebros cheios de stress.

Há pelo menos 13 mil anos que os seres humanos vivem na Amazónia. 

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