O Sol desvanece-se. Qual pérola, a Lua ergue-se. E acontece magia.

Os cientistas estão a obter conhecimentos essenciais sobre a vida dos orangotangos, mas os esquivos símios vermelhos enfrentam um futuro precário.

Na semana em que a falcoaria foi classificada como Património Imaterial, recuperamos uma das mais antigas artes que percorreram séculos... mas que ainda subsiste. Em Alter do Chão, a falcoaria é pretexto de um projecto que alia a reprodução em cativeiro com fins de conservação com a reabilitação de uma velha tradição venatória. Ao mesmo tempo, mudam-se os tempos e utilizam-se aves de rapinas em actividades impregnadas de modernidade.

No centro da Colômbia, o rio Caño Cristales exibe os seus 
mais belos dotes cromáticos graças a uma singular planta aquática que pinta de fúcsia as suas águas transparentes.

Às portas da capital, escondido pelas águas do Atlântico, um grande canyon submarino funciona como estação de serviço para muitos animais pelágicos. Os tubarões-azuis não ficam indiferentes ao buffet oceânico entre a foz do Tejo e o cabo Espichel.

Em 1996, o fotógrafo David Doubilet maravilhou-se com um recife no Pacífico. Dezassete anos depois regressou para comprovar se aquele local mágico e frágil sobreviveu.

Os espaços naturais do planeta serão sempre lugares de beleza. No entanto, temos de começar a aceitar que, devido às alterações climáticas, eles não permanecerão intactos.

Os seres humanos deveriam optar por um menu da Idade da Pedra? Talvez o leitor se surpreenda com o que consta desse menu.

Os polvos conseguem mudar de forma e de cor com facilidade, esguichar tinta, esgueirar-se para fendas minúsculas e degustar com as suas ventosas. Por que razão nos fazem lembrar de nós próprios?

Descubra uma nova visão do mundo!

Assine a National Geographic.

Pesquisar