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O fotógrafo e explorador David Doubilet é embaixador da Rolex desde 1994 e já produziu mais de setenta histórias para a revista. Doubilet fotografou esta parede de fiorde coberta de anémonas na baía Bonne, no Parque Nacional Gros Morne, na Terra Nova.

Quem explora o planeta passa também a acarinhá-lo. E, quando se gosta de algo, rapidamente se desenvolve um instinto protector. Imbuídos desse espírito, a National Geographic e a Rolex desenvolvem uma nova parceria para promover a exploração e a conservação do planeta. Ambas as organizações vão trabalhar em conjunto para apoiar cientistas, estimular exploradores emergentes e proteger as maravilhas da Terra.

Textos: Eve Conant, Daniel Stone, Nina Strochlic, e Catherine Zuckerman

“O Pólo, por fim!” Esta nota no diário de Robert Peary proclamava a descoberta do Pólo Norte pela sua equipa, na expedição de 1909 financiada pela National Geographic Society.

Em 29 de Maio de 1953, Edmund Hillary e Tenzing Norgay tornaram-se os primeiros homens a atingir o cume do Evereste, no âmbito de uma expedição patrocinada e equipada pela Rolex.

Juntas, a National Geographic e a marca relojoeira contam mais de duzentos anos de experiência no apoio a expedições e exploradores. Agora, estão a aplicar esse legado numa parceria única.

À semelhança do que fizeram ao longo do século XX, a Rolex e a National Geographic continuarão a apoiar a exploração de locais ainda por descobrir. E a parceria desenvolverá uma missão mais ampla. Além de explorar as maravilhas da Terra, procurará que os seres humanos aprofundem o seu conhecimento científico sobre essas maravilhas e conheçam este compromisso para as proteger.

Os parceiros vão apoiar esforços de conservação e exploração em torno de três áreas críticas: os oceanos da Terra, os pólos e as montanhas. Em cada área, a Rolex e a National Geographic vão:

  • Possibilitar expedições lideradas por cientistas e contadores de histórias;
  • Apoiar investigações que possam desencadear a descobertas científicas, novas tecnologias e soluções inovadoras;
  • Organizar cimeiras e actividades que informem e eduquem o público.

Ambos os parceiros há muito que têm ligações com figuras de proa da exploração oceânica. Entre eles encontram-se a oceanógrafa Sylvia Earle, que trabalha com a Rolex desde 1970; o oceanógrafo Don Walsh, que em 1960 alcançou o ponto mais profundo do oceano usando um batiscafo; o realizador de cinema James Cameron, que em 2012 conduziu um submersível até à mesma profundidade histórica; e o fotógrafo Brian Skerry, que consquistou o prémio Rolex National Geographic Explorer do Ano em 2017.

Dois dos feitos históricos da exploração do século XX foram a conquista do cume do Evereste, realizada por Edmund Hillary e Tenzing Norgay (em cima, da esquerda para a direita), retratados aqui durante a subida; e a descoberta do Pólo Norte. Robert Peary, que liderou a expedição polar, captou a fotografia que se vê em baixo nas proximidades do Pólo Norte. Na imagem, vê-se uma das várias bandeiras colocadas pela sua equipa composta pelos inuit Ooqueah, Ootah, Egengwah e Seegloo, e o colega norte-americano Matthew Henson.

 

Juntas, a Rolex e a National Geographic estão empenhadas em inspirar e ajudar novas gerações de exploradores. Os homens e as mulheres aqui apresentados tipificam a paixão e a ambição no cerne desta parceria. É um prazer partilhar as suas histórias.

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