A imagem da ave extinta que não voa inspirou artistas e alimentou lendas durante séculos, mas com o tempo torna-se mais nítida.
Desliza o queixo ao longo da pele. Enrola o corpo sobre o dela. Empurra-lhe a cabeça, morde-a e faz vibrar a cauda.
Quando a fotógrafa Mandy Barker regressou à praia inglesa onde apanhava conchas em criança, encontrou uma cadeira de bebé e um frigorífico entre pilhas de resíduos de plástico. Reparou também na indiferença: pareceu-lhe que os outros banhistas não estavam perturbados por verem uma praia juncada de lixo.
Poderá ter sido uma surpresa para a opinião pública, mas foi a confirmação de uma invasão prevista desde que, em 2004, a espécie Vespa velutina nigrithorax chegara ao porto de Bordéus, previsivelmente dissimulada num carregamento hortícola proveniente da China.
Para um casal de lavagantes-americanos, o sexo é assim: durante dias, a fêmea esguicha urina para o esconderijo do macho desejado. Seduzido pelo cheiro, ele deixa-a entrar.
A bordo de um navio ao largo da Costa Rica, um biólogo usa um alicate para tentar extrair uma palhinha de plástico da narina de uma tartaruga.
A ciência faz-se do questionamento contínuo de verdades estabelecidas. No caso das chitas, existiam três pilares aparentemente firmes.
Os sacos de plástico branco a esvoaçar nas copas dos Alpes intrigaram Fabrizio Sergio. O ecologista italiano sabia que estes resíduos estavam pendurados nos ninhos de uma determinada ave, o milhafre-preto. Mas porquê?
Num ecossistema em mudança constante, muitas espécies animais lutam pela sobrevivência.