Lar, doce lar

Texto  Catherine Zuckerman   Fotografias  SharonBeals

Corrupião, Museu de Vertebrados da Universidade de Cornell, recolhido em Itthaca (EUA), 2003.
Andorinha-do-mar-grande, Fund. Ocid. de Zoologia de Vertebrados; recolhido na Baixa Califórnia (México), 1932.
Trepadeira-americana, Museu de Zoologia de Vertebrados; recolhido no condado Pierce (EUA), 1926.
Andorinha-das-árvores, Museu de Vertebrados da Universidade Cornell; recolhido na ilha Tatoosh (EUA), 1995.
Tangará-canário, Museu de Zoologia de Vertebrados; recolhido perto de Carson City (EUA), 1934.
Escrevedeira-fuliginosa das Galápagos, Academia de Ciências da Califórnia; recolhido na ilha São Cristóvão (Equador), 1906.
Rouxinol do Tennessee, Academia de Ciências da Califórnia; recolhido perto de New Brunswick (Canadá), 1918.
Carriça-doméstica, Academia de Ciências da Califórnia; recolhido em Oakville (EUA), 1974.

Com uma equipa de investigadores britânicos e franceses, Mark decifrou quatro etapas evolutivas que moldaram a forma como uma dada espécie constrói o seu ninho. As estruturas são desenhadas para servir uma ou mais de quatro funções: fornecer calor ou sombra aos juvenis, atrair parceiros, prevenir infestações de parasitas e fornecer protecção contra predadores.

Para manter adultos e juvenis quentes durante as noites frias da Primavera, um rouxinol do Tennessee utilizou folhagem abundante para construir o ninho. E, com a intenção de atrair potenciais companheiras, um corrupião adornou o ninho com apelativas fitas azuis. Noutro tipo de ninho, as agulhas de pinheiro funcionam como camuflagem na floresta, tal como as conchas funcionam na praia. As penas são usadas para repelir pulgas e piolhos. A equipa planeia agora estudar a forma como as mudanças climáticas afectam a construção de ninhos.

 

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