Caçadores furtivos matam girafas

As girafas são criaturas icónicas de África, mas não há um grande volume de estudos científicos sobre elas. 

Texto Catherine Zuckerman   Fotografia David Chancellor, Instititute

 

Um caçador atirou sobre esta girafa no Cabo Oriental,  África do Sul, em 2012.

Sabe-se, porém que, em todo o continente, nos últimos 15 anos, as populações de girafas diminuíram de 140 mil para menos de 80 mil, segundo a Fundação Giraffe Conservation (FGC).
Lentas e de grandes dimensões, “as girafas são um alvo fácil e representam muita carne” para os caçadores furtivos, particularmente na República Democrática do Congo, país devastado pela guerra, diz o director executivo da FGC, Julian Fennessy. A diminuição das manadas deve-se também à perda de habitat e à acção dos caçadores que abatem estes animais retirando-lhes o cérebro, respondendo à superstição de algumas tribos que acreditam que comer cérebros de girafa afasta o VIH. Ainda assim, há motivos de esperança. “Não faríamos este trabalho se pensássemos que era tarde de mais”, diz Julian. 

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