É um dos utensílios mais utilizados desde tempos remotos até aos dias de hoje. Mas as suas especificidades variam, tal como os seus formatos. 

Texto Jonathan Foley   Fotografia Rebecca Hale

 

Da esquerda para a direita: Garfo  de ostras - O tamanho e forma determinam o uso do garfo: este é o mais indicado para retirar a ostra da sua concha; Garfo de cocktail - Também usado para carnes frias, este garfo art déco foi desenhado por Georg Jensen em 1930; Garfo de peixe - Os garfos de peixe e salada são muitas vezes semelhantes, pelo que podem ser utilizados com vários alimentos; Garfo de camarão - Este garfo mais longo permite que as pessoas sentadas à mesa espetem o camarão para o retirar da travessa. Garfo de servir - Os dentes planos e separados ajudam a servir carnes frias ou acompanhamentos fatiados como limões ou picklesGarfo de sardinhas - Os dentes largos transportam, de forma intacta, os longos e planos filetes de peixe até à boca. Garfo de lagosta - O perfil particular deste garfo é ideal para retirar a carne de lagosta da sua casca. Garfo de polvo - No século XVIII, não se consumia muito polvo, mas os aperitivos de frutos do mar eram populares.

O garfo só se generalizou no século XVII.

Apesar de os romanos já usaram espigões de metal para retirar os caracóis das carapaças, o garfo só se generalizou no século XVII. No final do século XIX, os faqueiros de luxo chegavam a ter 30 tipos de garfos, com vários modelos para camarão, sardinha, lagosta, vieira ou ostras.“Os americanos enlouqueceram com os garfos e estes tornaram-se indicadores de estatuto social”, diz Sarah Coffin, curadora no Museu de Design Cooper-Hewitt, em Nova Iorque. Se o leitor encontrar vários garfos sobre a mesa, não tema. A regra básica é: comece com o que está mais distante do lado esquerdo e vá utilizando os que estão mais longe do prato.

 

 

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