Caminhe por uma floresta neotropical húmida e verá algo invulgar.

É um dos utensílios mais utilizados desde tempos remotos até aos dias de hoje. Mas as suas especificidades variam, tal como os seus formatos. 

Muitos invertebrados, como as estrelas-do-mar, conseguem regenerar uma parte do corpo se a perderem.

Esta fotografia com uma tripla exposição mostra a floração de uma Amanita muscaria ao longo de 36 horas.

Inquieta está a cabeça que usa a coroa… mesmo se essa cabeça pertencer a um retriever do Labrador em perseguição de uma bola de ténis numa piscina.

Num mundo que parece dominado por resíduos de plástico potencialmente eternos, serão os materiais biodegradáveis a solução?

Metade da grande barreira de coral pereceu desde 2016, vítima de branqueamento.

A bordo de um navio ao largo da Costa Rica, um biólogo usa um alicate para tentar extrair uma palhinha de plástico da narina de uma tartaruga. 

O fotógrafo Zak Noyle já viu a sua quota de lixo marinho, mas ficou chocado com o que descobriu durante uma campanha num ponto remoto ao largo da costa de Java. Em 2012, quando Zak estava no local a fotografar o surfista indonésio Dede Suryana (na imagem) viu-se a nadar, literalmente, num mar de lixo. “Foi impressionante”, recorda. “Pensei que íamos ver um cadáver na água.”

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