Dois paleontólogos portugueses parcialmente financiados pela National Geographic Society escavaram em Moçambique para descrever a história dos antepassados dos mamíferos.

Doze concelhos do Norte de Portugal uniram esforços para preservar um tesouro que vem desde os alvores da nacionalidade. Este tesouro é de pedra. Pedra que conta histórias.

Culta, astuta e ambiciosa, Zenóbia conseguiu colocar em xeque durante um longo período a soberania de Roma e quase conseguiu transformar a cidade síria de Palmira, “a pérola do deserto”, na capital de um grande estado oriental.

Mais de metade dos alimentos do planeta são desperdiçados. Seriam suficientes para dois milhões de pessoas. Tristram Stuart é a face mais mediática do movimento de reaproveitamento de bens alimentares. No dia 25 de Maio vem a Lisboa falar no National Geographic Summit.

Em 1897, dois arqueólogos britânicos encontraram os chamados papiros de Oxirrinco numa antiga lixeira, perto do sítio arqueológico homónimo, a 160 quilómetros do Cairo. Entre eles, destacava-se um fragmento manuscrito, com textos em grego pertencentes ao Livro II dos Elementos de Euclides.

O Grand Tour - No século XVIII, um percurso pela Europa – com Itália como destino prioritário – constituía uma viagem essencial ao coração da história através do património cultural e artístico.

São doze aldeias do Centro de Portugal. Partilham história, identidade e ansiedades. Estão unidas numa rede há quase duas décadas.

 Há barragens em construção ao longo de todo o Mekong. O Sudeste Asiático precisa de energia eléctrica, mas também de peixe e arroz que um rio não represado proporciona.

Em 2012, Wolfgang Pohl, o último sobrevivente da tripulação do U-581 que se afundara nos Açores em Fevereiro de 1942, concedeu uma entrevista a Manuel Paulino Costa. De visita aos Açores, onde vinha com frequência para homenagear os camaradas e visitar as suas «ilhas históricas», Pohl falou com franqueza dos dias fatídicos da guerra e lembrou o homem – inimigo – que lhe salvou a vida. A entrevista foi emitida na Rádio Montanha no dia 28 de Setembro de 2012 e constitui, provavelmente, o derradeiro testemunho do último homem que navegara no submarino alemão. Pohl faleceu em 2016. Transcrevemos aqui a entrevista, com a devida vénia a Manuel Paulino Costa.

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