No cinema, interpretou papéis diversificados. Foi o capitão Barbossa dos “Piratas das Caraíbas” e o terapeuta da fala no “Discurso do Rei”. Geoffrey Rush, de 65 anos, diz que colocar-se na pele de Albert Einstein na série Genius é “aquilo a que os actores chamam um grande papel. Para um actor sexagenário, já não chegam propostas destas todos os dias.”

Passamos sobre eles centenas de vezes, mas não damos conta de que, por baixo do solo portuense, correm mananciais construídos em terreno granítico que permitiram, durante séculos, o abastecimento das fontes e chafarizes para o consumo de água. 

As redes sociais são uma fonte infinita de comida com desenhos de espuma de cappuccino ou grandes hambúrgueres encenados para abrir o apetite.  

Podem analisar-se os medos de uma cultura através dos mapas que esta produz?

Os resultados científicos do Lisbon Mummy Project e uma velha história de sarcófagos e artefactos egípcios legados à Universidade do Porto.

O Mosteiro de Alcobaça foi idealizado como um templo religioso fiel aos preceitos da Ordem de Cister: austero, monumental, grandioso e despido de qualquer decoração ou figuração. Nenhum local oferece essa sensação de forma mais completa do que a nave central, quase desprovida de luz.

O criador do mapa destacável que acompanha a reportagem de capa deste mês é Fernando G. Baptista, um ilustrador nascido em Bilbau e editor-sénior do Departamento de Ilustração e Infografia da National Geographic.

Em 2010, Dominique Denmarville, especialista da casa de champanhe Veuve Clicquot, recebeu um telefonema que tomou como uma graça: nos destroços de um naufrágio no fundo do mar Báltico, tinham sido encontradas 168 garrafas do que será o champanhe mais antigo do mundo.

Ao contrário do que se poderia imaginar, raramente os antigos romanos usufruíam de faustosas refeições. Mas havia um prato favorito, que tinha lugar reservado quer na mesa dos ricos quer na dos pobres: a costeleta de porco.

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