Imagine um gigantesco quebra-cabeças, do qual não conhece o desenho final, nem o número de peças necessárias para o completar.

Esta ama tradicional japonesa mergulha em busca de marisco na década de 1930.

O sarcófago de Pabasa.

O Lisbon Mummy Project examinou três múmias egípcias. Os resultados preliminares são de cortar a respiração.

A casa-estúdio Carlos Relvas, na Golegã, foi reaberta ao público após obras em 2007 que a devolveram ao traçado e funções originais. Edificado entre 1871 e 1875, é um dos monumentos mais fascinantes do chamado período da arquitectura do ferro.

Os gliptodontes, mamíferos gigantes blindados que viveram de há cerca de trinta milhões a dez mil anos, utilizavam o centro de percussão para desferir golpes duros com as caudas.

A oliveira é, há muito, um símbolo de unidade entre os povos. Uma nova investigação sugere que há uma ligação entre os olivais da bacia do Mediterrâneo.

Passamos sobre eles centenas de vezes, mas não damos conta de que, por baixo do solo portuense, correm mananciais construídos em terreno granítico que permitiram, durante séculos, o abastecimento das fontes e chafarizes para o consumo de água. 

O que têm em comum o Painel do Arcebispo, integrado nos Painéis de São Vicente, e D. Francisco de Noronha, comandante do famigerado navio Bom Jesus que, em 1533, terá naufragado na costa da Namíbia?

Na região de São Pedro da Cova, na Bacia Carbonífera do Douro, a equipa do paleontólogo Pedro Correia, do Instituto de Ciências da Terra da Universidade do Porto, encontrou duas novas espécies de plantas fossilizadas – Ilfeldia gregoriensis e Lesleya iberiensis – correspondentes à idade do Gzheliano (Carbonífero superior), há cerca de 303 milhões de anos.

Descubra uma nova visão do mundo!

Assine a National Geographic.

Pesquisar