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 Popularidade ao estilo Putin

Vladimir Putin é visto no seu país como o homem que domesticou a Rússia pós-soviética e o primeiro líder disposto a enfrentar o Ocidente. A sua personalidade forte, combinada com o controlo quase total sobre os media russos, ajudou-o a manter a sua posição, especialmente entre os jovens. Se for reeleito em 2018, será o líder russo que mais tempo esteve em funções, suplantado apenas pelo reinado de 30 anos de Joseph Stalin. Gráficos: Matthew W. Chwastyk e John Tomanio; Farhana Hossain. Fontes: Anders Åslund, Conselho Atlântico; Banco Mundial; Fórum para a Transparência Internacional; Forbes.com; Centro Levada; Gallup.com.

 

 

 Acarinhado em casa

Sem uma oposição forte, Putin manteve a popularidade apesar dos desafios que enfrentou como a admissão à NATO de três ex-repúblicas soviéticas, ataques terroristas e o colapso do rublo.

 

Padrão de vida produz ganhos
Putin beneficiou das duras reformas económicas adoptadas por Boris Ieltsin e pelo seu antecessor, Mikhail Gorbachov, bem como do aumento das receitas do petróleo quando os preços começaram a subir em 2003. O produto interno bruto (PIB) per capita cresceu 70% com Putin: na União Europeia, só aumentou 17% no mesmo período.

 Estabilidade regressa ao mercado de emprego
Os líderes soviéticos afirmaram ter “liquidado” o desemprego na década de 1930. Por esse motivo, os russos ficaram chocados com o desemprego desenfreado da época de Ieltsin. A liderança de Putin desencadeou um alívio posterior e um certo retorno à prosperidade.

A corrupção persiste e a riqueza cresce
Apesar do apoio generalizado a Putin, muitos russos consideram o seu governo altamente corrupto, encarando a eclosão de fortunas imediatas como uma evidência. Vivem mais milionários em Moscovo do que em qualquer outra cidade do mundo, com excepção de Nova Iorque e Hong Kong.

 

 

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