20 anos, 20 peças

O Museu da Farmácia completa este Verão 20 anos.

Texto Gonçalo Pereira Fotografia Museu da Farmácia e Alexandre Vaz

Ritão - Pérsia, séc. I a.C.
Duplo unguentário - Império Romano, séc IV-V
Âmbar com inclusão de um mosquito e sementes - Era Cenozóica, cerca de 40 milhões de anos
Frasco - Império Romano, séc. I d.C.
Vaso para unguentos - Ática, 450-425 a.C.
Vaso para cosméticos - c. Assíria, séc. VIII-VII a.C.
Estojo de medicamentos de Roald Amundsen - Expedição Pólo Sul, 1910-14
Figura de poder, Mankish -i Congo, 1900
Estatueta - México, Nayarit, c. 100 a.C.-250 d. C.
Sarcófago de irtierut - Egipto, c. 712-525 a.C.
Taça Contendo Pedra de Goa - Índia, século XVII
Farmácia portátil - Rússia, 1820.
Cartaz de vinho fortificante - Paris, 1895.
Albarelo - Itália, 1465
Amphoriskus - Mediterrâneo Oriental, séc. II-I a.C.
Microscópio composto de T. Wright - Inglaterra, 1720
Cultura de penicilina - Inglaterra, 1929
Figura acupunctor - China, século XIX
Farmácia islâmica - Império Otomano, séc. XIX
Documento anotado por António Arnaut - Constituição do SNS, 1976

Projecto ímpar da Associação Nacional de Farmácias, premiado em várias ocasiões como melhor museu do ano, tem dois pólos, em Lisboa e no Porto. É o mais completo “livro vivo” de história da assistência médica e da farmácia em Portugal. Nas suas vitrines, exibem-se instrumentos provenientes dos quatro cantos da Terra e emblemáticos da forma como a medicina foi sendo entendida e praticada. “Das poções dos boticários à cultura de penicilina, está aqui um pouco da história do mundo”, diz João Neto, o director. Emblematicamente, esta montra de 20 peças termina com o documento anotado por António Arnaut na histórica reunião do Conselho de Ministros que conduziu à aprovação do Serviço Nacional de Saúde em 1976. Há precisamente 40 anos.

 

 

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