Houve tempo para desenvolver enorme diversidade genética. Os investigadores nesta área recorrem, por vezes, à diversidade linguística de África e aos mais de dois mil idiomas como guia. O fotógrafo Robin Hammond seguiu esse exemplo, visitando cinco comunidades com idiomas representativos.

Os seus retratos mostram o espectro da cor desde Neilton Vaalbooi, um rapaz khoe-san da África do Sul, Akatorot Yelle a uma rapariga turkana do Quénia. “Não existe uma raça africana homogénea”, diz a especialista Sarah Tishkoff. “Não existe.”
Os humanos pré-históricos que deixaram África há cerca de sessenta mil anos reflectem apenas uma fracção da diversidade de África.

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