Os anangu chamam a este monólito de arenito Uluru e creêem que foi criado pelos seres ancestrais. Os europeus rebaptizaram-no como Ayers Rock em 1873, mas o nome foi de novo mudado para Uluru em 1985. 

Congelada durante milhares de anos no leito de um rio siberiano, esta presa de mamute é uma bênção económica para o caçador que a encontrou. Os antigos caçadores matavam os mamutes-lanudos pela sua carne. Agora, no Árctico russo, procuram-se as suas valiosas presas.

Dois machos avaliam-se mutuamente. Em Setembro, com a época de acasalamento em curso, bois-almiscarados enfrentam-se frequentemente, marrando de frente uns contra os outros para conquistar supremacia.

Fogo-de-artifício parece atravessar a Lua cheia a 3 de Julho de 2012, véspera das comemorações do Dia da Independência em Kansas City.

Um arco-íris de argolas rodeia Svetlana Pavlova, dançarina de um circo itinerante de artistas anões que se auto-intitulam a Luz das Pequenas Estrelas.

O canguru Anzac e o vombate Peggy, com cerca de cinco meses cada, estão aconchegados no Centro de Resgate de Animais Selvagens Wildabout em Kilmore. As progenitoras foram atropeladas, mas as autoridades esperam poder devolvê-los à natureza.

Plumas de abutre-barbudo, pombo-torcaz e gralha-de-bico-amarelo, bem como uma pele de raposa e uma garra de águia foram incorporadas nesta reconstituição científica de um neandertal realizada pelo paleo artista italiano Fabio Fogliazza. 

Seis missões Apollo levaram homens à Lua. Entre os vestígios deixados pelos astronautas incluem-se marcas de veículos (da Apollo 15, na imagem), pegadas e reflectores laser ainda em uso, que indicam aos cientistas a distância entre a Terra e a Lua. Todos estes vestígios podem ser alterados pelos próximos exploradores.

O sítio da Rede Natura 2000 serras da Freita e Arada (aqui na imagem) ilustra bem a teia de relações entre o clima e o relevo, entre a geologia e a biodiversidade.

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