O arqueólogo Guillermo de Anda desce ao fundo do cenote Holtún, poucos minutos antes do momento em que, no dia 19 de Julho, o Sol se posiciona exactamente sobre a abertura. Quando isso acontece, duas vezes por ano, a luz projecta-se sobre a água na vertical, tal como sucederia durante o período maia.

Atraídas por uma tocha de acetileno, as sardas saltam em massa para as redes de um barco perto de Taipé, em Taiwan. Alguns pescadores mais velhos, que trabalham apenas à noite, de Maio a Setembro, são os últimos guardiões desta técnica de pesca.

Nesta urbe caótica, também se sobrevive através da arte. A cidade é uma passerelle para os jovens fashionistas de Kinshasa. Nesta imagem, os fãs de moda desfilam no bairro de Matonge vestindo peças de alta-costura. Alguns gastam a maior parte do dinheiro que ganham em roupa de costureiros famosos. 

Um castor dirige-se à toca no rio Loire, em França, com um ramo de choupo para o jantar. Há um século, a caça quase dizimou esta espécie e só restavam 1.200 animais. Agora, sobretudo na Europa, há quase um milhão destes roedores. 

Explosões de lava, relâmpagos e uma nuvem de cinza resultam da erupção do vulcão Sakurajima (Kyushu), no Japão, que projectou materiais a mais de um quilómetro de altura. Acumulações de lava seca de uma erupção de 1914 ligam a antiga ilha à península de Osumi. 

No Norte da Austrália, a ave que dá pelo nome de casuar tem um papel fulcral na modelação da floresta tropical. Na imagem, um banquete de quandongs, o seu fruto preferido. Para comer, a ave escolhe um fruto com a extremidade do bico e depois atira a cabeça e abre o bico, deixando que o fruto deslize, inteiro, pela goela abaixo. 

Malé, capital das Maldivas, um arquipélago com as zonas mais baixas do planeta, está protegida por um paredão. Em 2100, os mares poderão forçar os habitantes das Maldivas a abandonar a sua pátria. Mais de cem mil pessoas residem nesta ilha sobre 1,9 quilómetros quadrados de terra firme. 

Sempre atentos à possibilidade de se cruzarem com algumas das cobras mais venenosas do mundo, é com descontracção que os investigadores encaram os encontros mais frequentes com espécies inofensivas, como esta Imantodes serochoa.

Um determinado grupo de montanhistas bem experientes já tinham ouvido falar nos ventos selvagens e gelados que fustigam a Terra da Rainha Maud, mas a realidade ultrapassou tudo o que imaginavam. Suspenso de uma corda, fixa na rocha, centenas de metros acima do gelo e da neve, Mike Libecki sobe, por ela, com recurso a jumars, na proximidade de uma torre de granito, na longínqua Terra da Rainha Maud.

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