O Japão é talvez o país onde a morte é mais cara, não só pela importância dos ritos funerários e do serviço memorial, mas também devido à falta de espaço para cemitérios, sobretudo nas grandes cidades.

Os elefantes dispõem de quilómetros contínuos para deambular no Parque da Rainha Isabel, no Uganda. Concentram-se aqui 2.500 animais. Trata-se de um aumento considerável depois de uma época de caça furtiva, na década de 1980. Fora da reserva, os aldeãos matam os elefantes que espezinham e devoram as colheitas, mas os ataques estão a diminuir. 

O olhar dos nossos leitores mostra-nos uma visão do mundo muito pessoal. Conheça as nossas escolhas deste mês.

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A electrorrecepção é uma adaptação espantosa. A cabeça apresenta pequenos poros contendo um fluido gelatinoso, as ampolas de Lorenzini. Estes receptores são sensíveis à temperatura, salinidade e pressão da água e permitem detectar campos eléctricos gerados por outros animais, como o batimento cardíaco de um mergulhador. Nos Açores, chamam-lhe tintureira, mas ele é conhecido no mundo como tubarão-azul.

Em anos de precipitação elevada no Inverno, quando os vários rios subterrâneos das serras de Aire e Candeeiros excedem o seu caudal, a água sai por diversas exsurgências e cria-se uma lagoa na depressão cársica de Mira de Aire-Minde (polje de Minde). 

Esta mulher transporta cana-de-açúcar através de um campo recentemente queimado na Reserva Florestal de Kagombe, no Uganda. Desesperadamente necessitadas de terra, três mil pessoas vivem na reserva, abrindo clareiras para plantar milho e outras culturas. Devido a pressões políticas, os colonos não podem ser despejados.

No Museu do Criacionismo de Petersburg, no estado de Kentucky, Adão e Eva partilham o Paraíso com um dinossauro.

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