A Antárctida Oriental parece bastante estável. No entanto, há sectores do manto de gelo da Antárctida Ocidental minados pelo oceano em aquecimento. O seu futuro, tal como o da Gronelândia, é incerto. 

O olhar dos nossos leitores mostra-nos uma visão do mundo muito pessoal. Conheça as nossas escolhas deste mês.

Seleccionámos este mês quatro imagens afixadas pelos leitores no grupo português de discussão da revista no Facebook. Participe também.

Vesta não é um planeta, mas aguentou muitos impactes. Hoje, com quinhentos quilómetros de diâmetro, é o terceiro maior asteróide da cintura entre Marte e Júpiter. 

A cratera Gale tem 150 quilómetros de diâmetro. O Curiosity demorará meses para atravessar as dunas e subir o monte Sharp. As camadas de rocha, que poderão ter quatro mil milhões de anos, talvez contenham registos do momento fatídico em que Marte secou.

Observado à escala real, este asilídeo parece pouco impressionante. Ampliado, porém, já o caso muda de figura. Segundo o entomólogo Artur Serrano, do Centro de Biologia Ambiental da Universidade de Lisboa, “os representantes desta família são predadores exímios ‘de espera” de outros insectos. Colocam-se em locais estratégicos de passagem e, quando algum passa, a voar perto deles ‘picam’ e apanham-nos no ar.” Quem disse que as feras se medem aos palmos?

Nesta perspectiva ampliada da arquitectura da superfície da íris de um rapaz de 16 anos, em Erevan, a piscina central (a negro) é a pupila e a imagem das pestanas está reflectida na córnea. As pálpebras cor-de-rosa (em cima e em baixo) assemelham-se a aros. 

Com menos de vinte centímetros de comprimento, estes caimões de duas semanas flutuam entre as ervas aquáticas em tardes de calor. Se surgirem problemas, eles emitem um chamamento de perigo e os adultos acorrem a protegê-los. 

Descubra uma nova visão do mundo!

Assine a National Geographic.

Pesquisar