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O serval é um felídeo que vive na África subsaariana. Caça de dia e de noite pequenos roedores, aves e répteis. “Como é muito desconfiado e reservado, é difícil de avistar”, explica o fotógrafo José Fragozo, que reside em Joanesburgo. Esta fotografia da tentativa de captura de uma rã foi produzida no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Foi a segunda vez consecutiva que José Fragozo conseguiu publicar uma imagem nesta rubrica.

O caldeirão do Corvo é uma estrutura imponente. Utilizando um drone 280 metros acima do nível de água da caldeira, o fotógrafo Carlos Mendes, de Santa Cruz das Flores, usou um filtro ND4 de modo a diminuir a forte luz solar. “Visito este local inúmeras vezes durante o ano e só nesta época é possível ver as lagoas com tanta água e tanto verde”, diz.

Alertado por um colega para a existência de uma feira medieval nas ruas da Ajuda, em Lisboa, o fotógrafo Manuel Adrega, de Famões, apressou-se a deslocar-se ao local.  Deparou com a imagem “de uma linda mulher a deitar fogo pela boca. A cada ‘baforada’, quer a rua quer a expressão de admiração estampada na cara das pessoas eram iluminadas por este gesto”. O registo evoca a evolução da civilização humana: “A descoberta do fogo permitiu ao homem iniciar o seu caminho rumo à civilização.”

Esta fotografia foi captada de manhã, muito cedo, às 5h40, em navegação no fiorde de Geiranger, na Noruega. “O tempo, aqui, é muito variável”, conta o fotógrafo Luís Manuel Vasconcelos, da Costa de Caparica. “Às primeiras horas do dia, é possível ver o Sol a pintar a paisagem por entre pesadas nuvens de um cinzento-chumbo.” Outro aspecto que acrescentou mais magia a este momento inesquecível foi o silêncio, apenas quebrado pelas quedas de água a precipitarem-se no fiorde e pelo pio das gaivotas.

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