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Do leitor

Autor: Joel Silva

Onde: Carrazeda de Ansiães

Para os fotógrafos de vida selvagem, o dia costuma começar bem cedo, ainda de madrugada. Joel Silva não é excepção. Na companhia de um amigo, dirigiu-se a Carrazeda de Ansiães onde, apesar das elevadas temperaturas, tinham decidido montar abrigo e aguardar pela sorte. “Apesar de calmo, o vento soprava contra nós: estavam reunidas as condições para um excelente dia de abrigo”, conta. Nestes esconderijos, o tempo demora a passar, como se os ponteiros do relógio fossem contagiados pela letargia. O fotógrafo distraiu-se fotografando passeriformes. Às 10h30, um bando de grifos decidiu pousar. “Tentámos documentar aquele caos organizado”, conta. “Na minha memória, ficaram três circunstâncias: o cheiro emanado pela carcaça em decomposição, a hierarquia demostrada na hora da alimentação e, acima de tudo, os sons produzidos nas disputas pelo alimento. São sons quase guturais que provocam um ‘friozinho na espinha’ e que demonstram a graciosidade destas aves.”

do leitor 

Autor: Bùi Quoc Ky

Onde: Região de Moc Chau, no Vietname, uma zona conhecida pelas suas plantações de chá.

No Noroeste do Vietname, um território famoso pela sua produção de chá, os trabalhadores recolhem em cestos as folhas de chá verde na Primavera e no Verão. De visita à região, Bùi utilizou un drone para captar imagens aéreas desta actividade. As folhas recolhidas são exportadas para mercados de todo o mundo. Todos os dias, o fotógrafo vietnamita trablhava na esperança de captar composições dramáticas, mas, com frequência, tinha de aguardar pela tarde e adaptar-se às horas de descanso dos apanhadores. O chá, como a fotografia, é uma actividade que requer paciência.

 

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