A Sua Foto Setembro 2017

Seleccionámos este mês quatro imagens afixadas pelos leitores no grupo português de discussão da revista no Facebook. Participe também.

É raro o nevoeiro cair sobre Évora e, numa noite de Dezembro, o fotógrafo Luís Lopes, de Lisboa, conjugou a neblina com a iluminação do Templo Romano.  “Este elemento natural deu uma aura de mistério que, no fundo, está relacionada com o facto de ainda não se saber ao certo a que divindade o templo foi dedicado”, diz. Amante de arte e de história, o autor condicionou o ângulo da fotografia à iluminação do monumento.

 

A cerca de vinte minutos do final de um mergulho na Reserva do Garajau, o grupo avistou uma silhueta imponente encostada a um recife rochoso. “O claro interesse que o animal mantinha pelo seu reflexo no domo da caixa estanque permitiu-me posicioná--lo no enquadramento desejado”, conta o autor Diogo Sayanda, da Sobrade. Durante o restante tempo da imersão, o mero seguiu o grupo e afastou-se apenas com a entrada no patamar de segurança.

 

A luz estava instável e, quando o fotógrafo José Manuel Nunes, de Portalegre, entrou na água, parecia votado a mais uma sessão de hidrohide sem sucesso. “Enganando o frio, avistei este exemplar de garça-branca-pequena que alisava as penas brancas”, conta. “Procurei o ângulo apropriado e instalei-me em periclitante equilíbrio em cima de um tronco. A luz atravessava as penas e imediatamente ‘desenhei’ a foto em low key.”

 

As relheiras fazem parte da paisagem cultural da ilha do Pico. Foram formadas pela passagem das rodas dos carros de bois, normalmente envoltas em aros de ferro, deixando marcas causadas pelo número de vezes que passaram no mesmo trajecto. Aproveitando um encontro de fotografia amadora na ilha, o autor Davide Sousa enquadrou esta marca secular, na paisagem vinhateira do Pico.

 

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