No Japão, a floração de cerejeiras, como estas no Santuário de Hirano, em Quioto, é sempre um momento.  “O único defeito das cerejeiras são as multidões que atraem quando ficam em flor”, escreveu o poeta Saigyo, no século XII.

Cristãos árabes da Jordânia deslocam-se até uma cruz ao longo da festa da semana da Epifania, junto das margens do rio Jordão. 

O recife Mesoamericano, na América Central, tem metade do comprimento do seu famoso homólogo australiano. Em muitos aspectos, porém, é mais extraordinário. A 3.650 metros de altitude, ao largo do Belize, vê-se a diversidade do recife. A área exterior faz esmorecer a força das vagas. Depois, vem a linha branca de cascalho de coral morto ao longo da crista, seguida pela área arenosa e, por fim, pela laguna: um labirinto de ilhotas de areia, cayos de mangue e leitos de erva marinha.

 Algumas noivas com as mãos decoradas com hena aguardam pelo início do seu casamento colectivo. Em Mumbai, Índia, 35 casais participaram na cerimónia organizada por uma associação social muçulmana que tenta reduzir os custos nupciais para as famílias pobres.

Santorini ao entardecer. As falésias e as pitorescas casas de Tera transformam a ilha num destino turístico muito popular, mas não tão idílico como parece: os vulcanólogos não excluem a possibilidade de novos sismos e, até, de uma erupção vulcânica.

Transformam-se em ursos, veados e diabos. Evocam a morte, mas também concedem fertilidade. Vivem nos tempos modernos, mas revivem tradições antigas. Na imagem, Macidulas no dia de Ano Novo, na Polónia.

Uma jovem sobe uma escada rolante na entrada caleidoscópica do centro comercial Tokyo Plaza Omotesando Harajuku. Atrás dela, espelhos reflectem as imagens de clientes num dos bairros mais elegantes da capital.

Um tubarão de recife saboreia um peixe-leão em Cordelia Banks. Há duas décadas, alguns peixes-leão escaparam de um aquário e tornaram-se pragas, devorando os peixes do recife. Os cientistas ajudam os tubarões a ganhar gosto por este peixe, alimentando-os com espécimes espetados em varas.

O abate ilegal de árvores quase provocou praticamente a extinção do mogno no Peru. Os madeireiros exploram agora espécies menos conhecidas, mas cruciais para a floresta tropical. Mulheres e crianças ashéninka reúnem-se no seu povoado longínquo de Nueva Bella. Madeireiros sem escrúpulos exploram estas comunidades, adquirindo madeira a preços baixos e roubando mogno nas reservas vizinhas que protegem as tribos isoladas. 

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