A cratera Gale tem 150 quilómetros de diâmetro.

Atraídas por uma tocha de acetileno, as sardas saltam em massa para as redes de um barco perto de Taipé, em Taiwan. Alguns pescadores mais velhos, que trabalham apenas à noite, de Maio a Setembro, são os últimos guardiões desta técnica de pesca.

Se viajasse no tempo, até à segunda metade do século XIX, e visitasse o Palácio das Necessidades em Lisboa, ficaria abismado com a sala de jantar.

Através da poeira do leito de um rio seco no Parque Transfronteiriço Kgalagadi, na África do Sul, um grifo-de-dorso-branco-africano avança sobre a carcaça de um antílope. 

Dois albatrozes aninham-se na sua colónia na Geórgia do Sul. É uma belíssima imagem a preto e branco que pertence ao livro do projecto “Genesis”. Em 32 países e durante oito anos, Salgado documentou “o que ainda é prístino… o que devemos manter e proteger”. 

Morto depois de partir o pescoço na sequência  de um embate com uma linha de alta tensão, este pelicano transformou-se numa natureza-morta. 

Em Kamchatka, a lava flui com tamanha velocidade que parece água e remodela toda a paisagem a cada nova erupção vulcânica.

Uma corrente de lava flui do vulcão Plosky Tolbachik e contorna um novo cone de escórias.

Um determinado grupo de montanhistas bem experientes já tinham ouvido falar nos ventos selvagens e gelados que fustigam a Terra da Rainha Maud, mas a realidade ultrapassou tudo o que imaginavam. 

Suspenso de uma corda, fixa na rocha, centenas de metros acima do gelo e da neve, Mike Libecki sobe, por ela, com recurso a jumars, na proximidade de uma torre de granito, na longínqua Terra da Rainha Maud.

O Etna nunca deixou de cuspir fogo e lava. 

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