Congelada durante milhares de anos no leito de um rio siberiano, esta presa de mamute é uma bênção económica para o caçador que a encontrou.

Os gigantes desgrenhados que vaguearam pelo Norte da Sibéria no final do Plistocénico extinguiram-se há cerca de dez mil anos, embora populações isoladas continuassem a resistir a norte e a leste: os últimos espécimes morreram há cerca de 3.700 anos.

As presas de mamute, espirais capazes de atingir mais de quatro metros, estão a reemergir do permafrost(ou solo permanentemente gelado) e a alimentar um comércio que beneficia os povos da Sibéria Árctica. Há cerca de uma década que Karl é pioneiro da caça às presas de mamute, explorando um dos domínios mais inóspitos do mundo. Agora, fazendo fé na comichão que sente nos dedos, ele esquadrinha a tundra. “Por vezes, a presa aparece mesmo à nossa frente, como se estivesse a guiar-nos desde o princípio”, diz.

Saiba mais em Os caçadores de Mamutes

mamute

Descubra uma nova visão do mundo!

Assine a National Geographic.

Pesquisar