Com 19 anos e 22 recordes nacionais,  o prodígio da natação Michael Andrew treina com o pai e treinador, Peter, na piscina de  sua casa, em Lawrence, no Kansas (EUA).

Ele nada distâncias curtas a alta velocidade num programa que desafia os métodos de treino convencionais.

“Tudo o que fazemos baseia-se na ciência. Existem dados para corroborar o que fazemos na piscina”, confirma Michael Andrew. “O nosso cérebro e o nosso corpo codificam estes movimentos como um computador. Não faz sentido treinar devagar quando estamos a tentar nadar depressa.”

Saiba mais em Até onde conseguiremos exceder os limites do desempenho e do corpo humano?

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