As paredes de uma caverna de gelo, sob o glaciar de Breioamerkurjökull, parte do sistema do Vatnajökull, tornam minúsculo o homem dentro do barco. O degelo de Verão expande o túnel e aumenta a corrente do rio que corre no interior.

As tartarugas fluviais esforçam-se por ser férteis e multiplicarem-se. Os machos utilizam as cores fortes da época de reprodução para atrair companheiras e as unhas para manter as parceiras sexuais próximas. As fêmeas crescem mais do que os machos, uma vantagem no momento de transportar muitos ovos grandes.

No ginásio ao ar livre de Kachalka, em Kiev, um antigo ginasta soviético mostra a sua agilidade aos 83 anos. Construído com os materiais disponíveis na atribulada capital ucraniana, este ginásio pode ser usado livremente desde a década de 1970.

Ao largo da costa das Celebes, na Indonésia, no fundo do estreito de Lembeh, os olhos deste peixe-cabeçudo emergem da areia negra vulcânica. Conhecidos pelos olhos colocados no topo da cabeça, eles capturam por emboscada.

No parque Garden by Bay, em Singapura, as árvores artificiais medem 25 a 50 metros. Com 100 hectares, o parque de ecoturismo inaugurado há três anos promove o uso eficiente da água e da energia solar e sugere práticas sustentáveis.

As aranhas da família salticidae possuem oito olhos, que lhes permitem uma visão de 360 graus. As retinas dos seus olhos ajudam-nas a calcular distâncias. Estes pequenos predadores conseguem saltar numa extensão dez vezes superior ao seu tamanho.

Alguns ramos aqui, um pouco de erva seca acolá. Quão sofisticado pode ser um ninho de ave? Muito, de acordo com o ornitólogo Mark Mainwaring. Com uma equipa de investigadores britânicos e franceses, Mark decifrou quatro etapas evolutivas que moldaram a forma como uma dada espécie constrói o seu ninho. Na imagem, um ninho de Andorinha-do-mar-grande.

A fotografia enquadra as patas e a cauda de um pinguim-gentoo no momento em que este salta da água gelada para a costa rochosa. Com mais de nove mil casais reprodutores, a maior colónia desta espécie na península antárctica vive neste local inóspito.

Esta imagem da galáxia espiral NGC 1300, obtida pelo Hubble, está impregnada de pormenores: estrelas azuis jovens e luminosas, faixas de poeira espiralando em redor do núcleo brilhante, galáxias distantes em irradiação ao fundo. “Podemos perder-nos nela”, diz Zoltan. Muitos já o fizeram. 

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