Na Beira interior, há registos de povoamentos judaicos desde o final do século XIII e indícios de povoamentos posteriores, por cristãos-novos. Ora aberta e integrada, ora fechada e escondida, a prática do judaísmo nunca cessou no interior de Portugal e um dos casos mais significativos ocorre em Trancoso, onde a Casa do Gato Preto evidencia o relevo do leão de Judá, a metáfora que representa a figura de Jesus Cristo nas Escrituras Sagradas do cristianismo e judaísmo. 

Após o merecido restauro, a Sé de Santarém mostra-se exuberante pela imponência artística deste magnífico exemplo de barroco, que contrasta com a austeridade imposta por Roma no século XVIII. Em destaque, os magníficos tectos pintados e perspectivados, onde se detecta a influência jesuítica. Originalmente, foi concebida como uma igreja-salão de jesuítas, mas, em 1759, com o confisco dos bens da Companhia de Jesus, perdeu essa função. Porém, o tecto com os quatro santos jesuítas permaneceu, guardando na arte a mensagem implícita dos seus construtores. 

O sol banha o Grande Templo de Karnak, em Tebas, antiga capital do Egipto. O faraó Amen-hotep III iniciou a partir desta cidade uma revolução teológica que atingiu o apogeu sob o seu filho Akhenaton e a mulher deste, Nefertiti. O disco solar, Aton, substituiu o panteão egípcio clássico: o seu culto constitui provavelmente o primeiro monoteísmo do mundo.

Este curioso conjunto de menires de granito é, possivelmente, um dos mais antigos monumentos megalíticos no Alentejo. É Impressionante  o facto de cada um dos seis menires, medindo 70 a 130 centímetros de altura e pesando cerca de quatro toneladas, ter sido transportado e erguido à força de braços, talvez com rolos, estacas, roletes ou cordas, uma vez que a tracção por meio de animais domesticados não era ainda utilizada.

O enfurnamento em lava e a erosão esculpiram esta caverna açoriana na ilha de Santa Maria. O aspecto polido do basalto resulta do carácter vítreo da rocha e da acção da ondulação contínua. Aos poucos, microrganismos vão colonizando este ambiente.

Houve um tempo em que este falcão dependia da agricultura do Alentejo. Com a intensificação agrária, os biólogos tentam manter aberta a janela para um passado natural. Nesta imagem, visões como o acasalamento de peneireiros-das-torres eram cada vez mais raras na década de 1990 mas, aos poucos, a população da espécie tem vindo a recuperar no Sul de Portugal.

Símbolo de prestígio social, de alguma prosperidade e de aventura, a caça à baleia terminou em 1984, mas manteve-se presente nos sonhos de muitos açoreanos. Durante o século XX, a National Geographic visitou regularmente os Açores, cativada pela baleação tradicional, e o fotógrafo captou algumas das imagens mais poderosas da actividade - como esta.

As sequóias gigantes vivem em grandes altitudes, suportando frio, nevões e relâmpagos, mas crescendo volumosas, embora não tão altas como as sequóias-sempre-verdes. Este exemplar (o Presidente) é a segunda maior árvore conhecida no planeta.

Tudo na vida da borboleta-azul-das-turfeiras é urgente. Após a eclosão, os machos vivem cerca de dez dias. Nesse período, tentam urgentemente garantir a continuidade da descendência.

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