E se um dia for possível carregar num botão e imprimir um novo nariz ou rim?
A ciência começa a explorar essa visão futurista, adaptando a tecnologia de impressão 3D à produção de órgãos humanos.

Cientistas na Suécia compraram rosas vulgares e electrificaram-nas, introduzindo-lhes circuitos nos tecidos vivos. 

Desde a década de 1950, as taxas  da doença celíaca (uma condição auto-imune na qual o organismo trata o glúten como uma toxina) têm aumentado. 

Todos os dias, centenas de mulheres morrem devido a complicações durante a gravidez ou no parto. Esta estatística reflecte problemas em todos os países, mesmo nos mais prósperos.

As tecnologias modernas para combater o cancro baseiam-se numa ideia centenária: conduzir o sistema imunológico do corpo contra os tumores.

As cidades do futuro imaginadas por Alan Marshall, professor de ciências sociais e ambientalista da Universidade de Mahidol na Tailândia.

Esqueça a raça. A ascendência é que conta uma história muito mais interessante.

As cordas de um violino fazem vibrar a ponte que está por baixo delas; ao mover-se contra o corpo do instrumento, a ponte repercute o som.

Daan Roosegaarde, arquitecto e mergulhador nocturno, considera o plâncton bioluminescente inspirador.

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