A Holanda, o novo gigante agrícola, está a mudar a prática da agricultura. 

Liberta do binário “rapaz ou rapariga”, a identidade de género é uma questão dinâmica. Poderá a ciência ajudar-nos a navegar nestas águas ainda por explorar?

Como será que um rapaz do século XXI se torna homem? Alguns percursos parecem mais definidos do que outros.

Um pouco nervosos, os jovens engenheiros indianos ocuparam os seus lugares numa sala de conferências improvisada num gigantesco antigo armazém de baterias de automóveis em Bangalore. Sentados à sua frente estavam vários homens e mulheres muito mais velhos, grande parte dos quais eram génios de cabelo grisalho integrados no robusto programa espacial da Índia. A primeira agência espacial asiática a enviar uma sonda orbital para Marte quase triplicou um antigo recorde mundial ao colocar 104 satélites em órbita numa única missão em Fevereiro deste ano. Agora, o alvo das atenções de todos era um pequeno dispositivo rolante praticamente do tamanho de um forno de microondas.

Tecnicamente, é uma tecnologia antiga. Agora, porém, o princípio de Arquimedes com dois mil anos foi aplicado a uma escala gigantesca. 

Não é ouro, nem é negro, mas o sobreiro é um dos tesouros nacionais. Símbolo da liderança do país, é a peça basilar de uma actividade elogiada pela sua sustentabilidade. A jóia da coroa é a casca, a cortiça, que merece agora o interesse da ciência.

Tal como a prensa de Gutenberg definiu a sua época, a impressão em 3D está a mudar a forma do futuro.

A capacidade para alterar rapidamente o código da vida dá um poder inaudito sobre o mundo natural. E gera uma nova pergunta: devemos servir-nos dele?

A forma como o filólogo dinamarquês Johan Ludvig Heiberg deu a conhecer uma colecção de obras de Arquimedes é digna do guião de um filme de aventuras. Heiberg ouvira falar de um palimpsesto medieval conservado no Santo Sepulcro de Jerusalém e, em 1906, conseguiu escavá-lo após uma dura busca. 

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