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Imagem: NASA/STSCI/Associação de Universidades para pesquisa Astronómica (AURA)

A mais luminosa supernova dos últimos 400 anos assemelha-se a um colar de pérolas cósmico. Foi observada em 1987, entre grandes vagas de gás na Nebulosa da Tarântula, no interior da Grande Nuvem de Magalhães (em cima).

As imagens do Telescópio espacial Hubble mostram que, à medida que a supernova se foi esbatendo, os detritos da explosão colidiram com um anel de material ejectado milhares de anos antes pela estrela moribunda, gerando raios X. em 2011, os detritos do centro do anel, com cerca de um ano-luz de diâmetro, ardiam com maior intensidade pois a supernova entrava numa nova fase da sua morte estelar.

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O resquício de uma supernova com séculos de idade e uma onda de choque de tonalidade rosada (projectando-se a mais de 17 milhões de quilómetros por hora) parece um enfeite natalício iridescente pendurado na Grande Nuvem de Magalhães. Imagem produzida através da combinação e coloração de dados ópticos e de raios X. NASA/ESA/Telescópio de Raios X Chandra /Observatório Astrofísico da  Smithsonian/ STSCI/AURA/John Hughes, Universidade de Rutgers

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Estrelas cem vezes mais maciças do que o sol perfuram a névoa em movimento da Nebulosa da Tarântula, na Grande Nuvem de Magalhães. Gás e poeira originados por explosões de estrelas funcionam como sementes para novas estrelas, fazendo deste berçário estelar um dos mais activos do nosso bairro galáctico. NASA/Agência Espacial Europeia (ESA)

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