Todas estas propostas foram galardoadas com o Prémio de Inovação da Nova Economia dos Plásticos, que distingue ideias novas para reutilizar, reciclar ou biodegradar com garantias.

Texto: Eva Dasher

 

Novo café para levar

O TrioCup, um copo descartável de papel inspirado no origami, permite prescindir da tampa de plástico que não é reciclável.
O design simples da tampa tripla integra--se facilmente nos métodos de produção existentes de copos de café, e o custo do papel adicional é compensado pela não produção de uma tampa isolada. Confeccionado com 100% de materiais compostáveis, é estável depois de montado e a tampa fixa reduz o derramamento. A equipa que criou o TrioCup trabalha agora num material alternativo que seja 100% reciclável.

embalagens 

Saquetas de uso único sem desperdício

A equipa londrina que desenvolve a Delta inspirou-se na forma como a natureza encapsula líquidos em membranas, das gemas de ovo à fruta.
A empresa projectou uma máquina compacta que produz um pacote comestível e biodegradável e enche-o de líquidos como ketchup para restaurantes ou creme hidratante para hotéis. As máquinas serão usadas nas instalações das empresas, uma vez que as embalagens comestíveis e biodegradáveis destinadas a conter líquidos costumam ter vida útil curta.

 

Desenhado para ser comido ou destruído por compostagem

A startup indonésia Evoware desenvolveu embalagens e invólucros alimentares confeccionados com um material comestível com base em algas marinhas, substituindo os plásticos não recicláveis nem biodegradáveis.
Desta forma, é possível comer a embalagem onde vem o hambúrguer ou deitar água quente sobre a embalagem de macarrão instantâneo sem ter de a abrir ou sem a colocar num caixote. Embora outras empresas proponham embalagens comestíveis, a Evoware utiliza algas sem aditivos químicos, o que evita a compra de terreno e desflorestação, uma vez que as algas podem ser cultivadas na orla costeira de quase todo o mundo. A empresa também tem uma versão que pode conter doses únicas de líquidos, como produtos médicos ou shampoos. Estas embalagens podem ser destruídas através de compostagem, uma vez que são produzidas a partir de resina de figueira. 

 

 

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