A luz concentrada estimula os fotorreceptores da retina e envia sinais ao nervo óptico e ao cérebro, criando assim a imagem.

O ecrã de um smartphone contém milhões de pixels, tão agregados que parecem desaparecer, fundidos numa única imagem, mas a fusão de pixels só é verdadeiramente necessária para uma leitura aproximada. Uma enorme superfície publicitária digital pode ter menos pixels do que o ecrã de um smartphone: ao longe, observa-se uma imagem inteira porque o olho humano não é capaz de distinguir cada pixel independente a grandes distâncias.

Se dois pixels estão próximos do olho, a retina envia dois sinais ao cérebro para a sua interpretação. Se estão mais afastados, desencadeiam um sinal único.

A resolução óptima depende da proximidade do ecrã e da acuidade visual do observador.

Texto: Manuel Canales E Ryan T. Williams. Ilustrações: Manuel Canales. Fontes: Bevil Conway, Institutos Nacionais De Saúde Dos Eua; Dick Tollberg, Associação De Experiências Audiovisuais E Integradas.

 

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