Carl Sagan, em carta ao editor, em 1967: “Deixemo-lo [ao marciano] encontrar o seu caminho durante o dia com os pequenos tentáculos vermelhos e à noite ele cavará um buraco.”

Em astronomia, as unidades de medida são tão exorbitantes, que se torna difícil compreender o que seria percorrer 150 milhões de quilómetros, o equivalente a uma Unidade Astronómica (UA) ou a oito minutos-luz, aproximadamente a distância média entre a Terra e o Sol. 

Amásia é o nome dado ao embate e subsequente ligação do continente americano com o asiático, previstos para daqui a 100 milhões de anos.

Mesmo na noite mais estrelada, o olho humano só consegue vislumbrar uma ínfima fracção do cosmos. 

Situada na costa ocidental africana, a ilha de La Palma, nas Canárias, é um dos três locais do planeta onde o céu nocturno ainda consegue preservar a profundidade, transparência e nitidez da esfera celeste que um dia esteve ao alcance dos povos ancestrais. 

Numa tabela dos piores sons, qual escolheria? 

Em 2014, o professor de radiologia Mark Griswold procurava novas formas de ensinar anatomia. 

Quando os astronautas das missões Apollo visitaram a Lua não perfuraram mais do que três metros. No entanto, os instrumentos que lá deixaram ainda nos ensinam muito sobre a vida do nosso vizinho celeste. 

Em 2016, muitos pais ficaram radiantes quando constataram que os filhos abandonavam o sofá para correrem na rua à caça de criaturas imaginárias.

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