No século XV, triunfou na Europa uma nova concepção do homem, baseada na imitação dos heróis e artistas da Antiguidade clássica e na fé ilimitada na capacidade humana para dominar a natureza.

A quarta dimensão tinha todos os ingredientes necessários para que, no fim do século xix e início do século xx, chamasse a atenção do universo das crenças e da fé: religiões convencionais, novos movimentos religiosos, seitas, o mundo do paranormal, ocultismo, filosofia, teologia, espiritismo, misticismo...

Em 1930, o lógico checo Kurt Gödel demonstrou um teorema, hoje conhecido como o “teorema da incompletude de Gödel”, que mudou para sempre a forma de entender a matemática.

Na fase áurea de Atenas, milhares de espectadores presenciavam as obras de teatro que exaltavam valores e virtudes ou parodiavam os vícios políticos e morais dos atenienses. Mas começou o teatro na Grécia Antiga?

Estamos a testemunhar uma revolução sísmica numa das maiores religiões do mundo. Os tremores partiram do Vaticano, um Estado que influencia a vida espiritual de 1,2 mil milhões de católicos no planeta.

Entendemos os homens e as mulheres do passado porque nos aproximam as mesmas emoções, paixões e desejos. Muitos actos da antiguidade são-nos familiares porque reflectem  a complexidade humana : os esforços para atingir a beleza, a necessidade de símbolos de estatuto social, as relações de poder e o peso da família. Como é dito no livro de Eclesiastes, escrito há mais de dois mil anos, "não existe nada de novo sob o Sol."

Em 1897, dois arqueólogos britânicos encontraram os chamados papiros de Oxirrinco numa antiga lixeira, perto do sítio arqueológico homónimo, a 160 quilómetros do Cairo. Entre eles, destacava-se um fragmento manuscrito, com textos em grego pertencentes ao Livro II dos Elementos de Euclides.

Culta, astuta e ambiciosa, Zenóbia conseguiu colocar em xeque durante um longo período a soberania de Roma e quase conseguiu transformar a cidade síria de Palmira, “a pérola do deserto”, na capital de um grande estado oriental.

Armazenamos a informação no cérebro, mas há muitas maneiras de a gerir. O caso do autodidacta indiano Srinivasa Ramanujan continua a intrigar-nos.

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