Entendemos os homens e as mulheres do passado porque nos aproximam as mesmas emoções, paixões e desejos. Muitos actos da antiguidade são-nos familiares porque reflectem  a complexidade humana : os esforços para atingir a beleza, a necessidade de símbolos de estatuto social, as relações de poder e o peso da família. Como é dito no livro de Eclesiastes, escrito há mais de dois mil anos, "não existe nada de novo sob o Sol."

Em 1897, dois arqueólogos britânicos encontraram os chamados papiros de Oxirrinco numa antiga lixeira, perto do sítio arqueológico homónimo, a 160 quilómetros do Cairo. Entre eles, destacava-se um fragmento manuscrito, com textos em grego pertencentes ao Livro II dos Elementos de Euclides.

Culta, astuta e ambiciosa, Zenóbia conseguiu colocar em xeque durante um longo período a soberania de Roma e quase conseguiu transformar a cidade síria de Palmira, “a pérola do deserto”, na capital de um grande estado oriental.

Armazenamos a informação no cérebro, mas há muitas maneiras de a gerir. O caso do autodidacta indiano Srinivasa Ramanujan continua a intrigar-nos.

Moçárabe e governador, D. Sesnando defendeu Coimbra medieval com uma linha de castelos.  A história da reconquista cristã e da fundação da nacionalidade foi aqui escrita na pedra.

O Grand Tour - No século XVIII, um percurso pela Europa – com Itália como destino prioritário – constituía uma viagem essencial ao coração da história através do património cultural e artístico.

Esposa de Filipe da Macedónia e mãe de Alexandre, Olímpia brilhou com luz própria num mundo turbulento. Famosa pela sua beleza e crueldade, a sua lenda acompanhou a do seu filho.

O historiador João Paulo Oliveira e Costa, da Universidade Nova de Lisboa, evoca a transformação do imaginário europeu a partir do século XV e do início da expansão portuguesa. O mundo não voltaria a ser igual depois de as primeiras caravelas sulcarem os mares do Atlântico e derrubarem mitos persistentes. O primeiro impulso dos Descobrimentos foi inequivocamente para leste e para o Índico.

A arte de escrever em código apareceu com a própria escrita. Embora os egípcios e os mesopotâmios já fizessem uso de métodos de codificação, os primeiros que os aplicaram em pleno foram os gregos e os romanos, em cujas sociedades bélicas comunicar em segredo era um elemento-chave para o êxito militar. Com eles apareceu um novo tipo de guerra: a travada entre os guardiões do segredo, os criptógrafos, e os que pretendem desvendá-lo, os cripto-analistas.

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