Numa reunião científica, um arqueólogo britânico levantou uma questão que começou por ser trivializada – poderia o túmulo de Nefertiti esconder-se num compartimento secreto daquele que nos habituámos a conhecer como o túmulo de Tutankhamon. A hipótese vai mesmo ser testada. Será desta que se descobrirá o túmulo mais desejado da egiptologia. 

Em Sines, acompanhámos uma escavação invulgar – um achado surpreendente leva os especialistas a ponderar o papel da cidade no tráfico atlântico de escravos.

Na nossa série sobre alimentação, lançamos o debate sobre a comida que produzimos e rejeitamos – o desperdício pode ser invocado por prazos de validade apertados, formatos invulgares de fruta e legumes ou doses demasiado vastas em restaurantes e supermercados, mas constitui uma batalha decisiva deste século.

Visitámos igualmente as Seychelles em busca de criaturas invulgares. As áreas marinhas protegidas do arquipélago provocaram uma explosão de vida e esperança.

Um fotógrafo voltou ao Japão e interrogou os sobreviventes do desastre de Fukushima: como se recupera de um tsunami? O resultado é um projecto artístico notável.

Por fim, olhámos para o mundo dos abutres e para a sua capacidade de regeneração dos ecossistemas. Depois de ver as fotografias desta reportagem, não voltará a olhar para estas aves da mesma maneira.

 

Na edição de Dezembro mostramos-lhe a nova Nova Iorque, cidade em plena revolução urbanística. Até final da década, nascerão várias dezenas de arranha-céus na cidade, prometendo modificar por completo a configuração que nos habituámos a ver em filmes e séries. A cidade que nunca dorme está a mudar.
Em Portugal, acompanhámos a escavação arqueológica de um navio afundado perto do Bugio. Parcialmente financiada pela National Geographic Society, esta campanha envolveu a equipa dos especialistas Jorge Freire, Augusto Salgado e Jorge Russo e desvendou um mistério com oito décadas. Pode um navio ter uma história comovente para contar?
Os esforços de conservação modernos em países como a Índia têm de ponderar o impacte humano nas hipóteses de sobrevivência de uma espécie. O programa de protecção do leopardo tem de levar mais longe esse esforço, pois há predadores felinos nas imediações de cidades com milhões de habitantes.
Viajámos também até à floresta tropical das Honduras. Num ambiente onde o próprio Indiana Jones teria dificuldades, uma equipa de arqueólogos descobriu os vestígios da mítica Cidade Branca. É um projecto com a marca de água da National Geographic. Entre salteadores, doenças e tempestades, mostramos-lhe o que nunca viu.
O paladar humano não é uniforme. Para alguns indivíduos, há sabores demasiado intensos e outros intragáveis. Até que ponto se pode educar o paladar? E como funciona o processo fisiológico de prova de alimentos? – é mais um dossier sobre o futuro da alimentação do planeta. Afinal, nós somos o que comemos!
Terminamos a edição com um ensaio de um fotógrafo russo que procurou os vestígios arquitectónicos do império soviético, mais de duas décadas depois do colapso da URSS. 

 

 

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