Radicado na África do Sul, mais concretamente em Joanesburgo, o fotógrafo José Fragozo viajou para Madikwe, uma reserva de vida selvagem no Norte do país. Pretendia fotografar os elefantes do rio Limpopo, mas, enquanto esperava, “a vida selvagem, tantas vezes imprevisível, presenteou-me com um mergulhão-serpente que fez jus à sua reputação de excelente pescador.”

Nos Molhes da Barra onde passa o rio Itajaí Açú, ela era a única mulher que lançava a rede junto dos homens que pescavam tainhas. Quando o navio entrou na boca da barra, o fotógrafo Alfabile Santana captou o contraste entre artes artesanais e modernidade, fotografando com o seu smarthphone.

Já não é a primeira vez que Luís Borges, de Vila Verde, figura nesta secção. Em nova incursão pelo Parque Nacional da Peneda-Gerês, o fotógrafo avistou uma manada de vacas de raça barrosã pastando em regime livre no meio de urzes. “Uma delas chamou-me a atenção pelos seus movimentos invulgares. Fiquei intrigado: estaria ela a sentir as energias emanadas pelas nascentes dos cursos de água de montanha?” 

 

O fotógrafo João Teixeira, de Armamar, decidira visitar vários castelos da zona centro, mas foram as ruínas de Marialva que captaram a sua atenção. “Olhei para o pelourinho iluminado pelo suave trajecto descendente do Sol. Era o ponto exacto para o retratar”, diz.

 

Em Abril, poucos dias antes do Ano Novo Bengali, os aldeãos de Sonapalashi pintam os seus corpos, dançam e cantam em frente dos templos hindus. Os crentes desta prática espiritual fazem-no para “satisfazer o deus Xiva”, explica o fotógrafo Partha Pal, de Calcutá.

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